No mundo globalizado de hoje, a exportação e importação de cães e gatos está em alta, seja para fins de criação, competições ou adoção internacional. No entanto, o processo exige atenção a detalhes importantes para garantir a segurança dos animais e o cumprimento das legislações locais e internacionais.
Criadores especializados podem expandir sua atuação ao adquirir raças de outros países ou exportar animais com pedigree reconhecido. Essa prática também contribui para o melhoramento genético e o acesso a novos mercados.
Documentação obrigatória:
Exames de saúde:
Escolha do meio de transporte:
Exigências fiscais do Brasil para exportação e importação:
Por se tratar de um processo com fins comerciais, criadores devem estar cadastrados na Receita Federal do Brasil, e a empresa deve ter o Radar Siscomex ativo.
O processo de liberação alfandegária é complexo, podendo passar pelos seguintes canais:
Diferente de um processo comum de pessoa física, em que a documentação fiscal é a Declaração Simplificada de Exportação ou Importação, todo o processo comercial deve ser parametrizado no sistema da Receita Federal, gerando a DUE (Declaração Única de Exportação), a Licença de Importação (LI) e a Declaração de Importação (DI).
Além disso, o animal importado está sujeito à tributação com base na invoice (fatura comercial), gerando impostos como ICMS, PIS, COFINS, Imposto de Importação, entre outros, dependendo do tipo de produto importado.
Por esses motivos, a exportação e importação de cães e gatos muitas vezes não é tão atrativa para criadores. A burocracia e os impostos frequentemente inibem esse tipo de processo.
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